Mar revolto!
Rebentam vulcões incandescentes.
Medonhas ondas uivam insanas
Em frémitos de raiva,
Batendo forte na areia.
Mãos descarnadas irrompem das lavas
No desespero
Do encontro com a vida.
O Pássaro Azul
Alheio ao destempero,
Agarra as mãos
Que arrastam consigo
Um corpo em tumulto.
Nas suas asas serenas o transporta.
Em terra de seda verde
O corpo repousa.
Adormecido pelo balanço do voo
Pela carícia cálida do sol da manhã.
O sorriso desenhado na face
Sonha o jardim doirado
De rosas das cinzas renascidas.
lia mar

Será que é desta que vou começar a gostar de poesia?
ResponderEliminarTem maravilhosos modelos poéticos que o farão abraçar a poesia.
Eliminarvoa sempre na ondulante nuvem dos teus desejos.
ResponderEliminarO teu romantismo é cada vez maior.
ResponderEliminarParabéns ao poeta.Parece que se sente um misto de melancolia e revolta.No final vem a calma e a esperança.
ResponderEliminarDesesperado demais para eu gostar apesar do final
ResponderEliminarOlá menina do mar
ResponderEliminarè caso pra dizer que esta poesia é muito boa onda . Continua!
Mar revolto,Vida revolta, calmaria...
ResponderEliminarParabéns, possui uma veia poética excelente!
ResponderEliminarObrigada. Não é veia. São rasgos de alma.
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