Terra
negra! Terra virgem!
Na
paisagem agreste.
às chuvas
diluviais à neve,
aos ventos
gélidos do norte.
Pancadas
certeiras cadenciadas
fendem a
Terra impiedosamente.
Sulcos
abertos respiram o sangue quente.
Profundos
os rasgos!
E a Terra
chora para dentro.
Silenciosamente, solitariamente.
Esventrada, tenta cobrir-se
com o
pálido luar da noite.
O frio
corrói as entranhas dilaceradas.
Por
instantes perde a consciência de si.
Sobranceiro o pipilar de um pássaro furtivo.
lia mar














