Que coisa tão grave me constrange do amor?
Não! Não vou abrir portas, nem túneis, nem janelas.
Vou trancar-me com afinco nesta morada que é minha.
Espreito o sol por uma fresta que vou abrir no telhado.
Vejo a luz, sinto a vida, mas ninguém me há-de olhar.
Amo, amo com fervor. Não sei viver sem amor.
Mas quem eu amo lá fora... fica cá dentro comigo.
lia mar









