entardecerpétalas se abriam.
Nácar intenso de verde mar
águas em ondas de sal
roçagando na nudez
da praia, ávida de húmidos
beijos
de afectos enrolados.
Praia imensa exposta à
brevidade do momento
eterno
À plácida luz do luar de
tréguas na noite de brisas.
Reflexos da cor do
aroma estonteante
dos sentidos
em redondos movimentos
no acerto das coisas esperadas.
E era manhã de rumores
nas árvores.
E era tarde de cansaços vários.
E era noite e era paz.
E era outra vez dia!
lia mar
Nesta miscelânia de acontecimentos o que é que foi de facto INESPERADO?
ResponderEliminarBem, é segredo de alma.
EliminarQuem será o D. Sebastião?
ResponderEliminarEle aparecerá neste local, Eden, dos teus desejos!...
E é que aconteceu a escrita num tom inesperado.
EliminarNão esperava qualquer D. Sebastião. Esse que deu origem à espera já só é lembrado pela história e receio bem que tenha tido uma tal força, que virou forma de estar dos portugueses. Sempre à espera que alguém faça o milagre de vida. Por isso, estamos a viver este mal-estar tão crucial.
A paixão é a tua forma de vida.
ResponderEliminarSerá!? Nem eu mesma o sei. Bj
EliminarDemasiado sentimental para mim.
ResponderEliminarFotografia bonita.
Sentimos, vivemos...e se algo de inesperado acontece, que seja Bom, que nos preencha...
ResponderEliminarola lia já li e gostei especialmente da inesperada imagem :"os redondos movimentos no acerto das coisa esperadas".
ResponderEliminarDe certeza que o mar é sempre oceano para ti. Bjão fátima
E era e era e era...AHHH...SAUDADE...
ResponderEliminarBela poesia sobre o mar. Tem tanto de belo como de mau!
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